Faturação eletrónica nos Países Baixos — Peppol B2G e mais além

Em junho de 2026: a faturação eletrónica para o Estado (B2G) é obrigatória através do Peppol, enquanto o B2B continua voluntário; está em estudo um regime B2B nacional baseado no Peppol, com uma implementação faseada proposta a partir de cerca de 2030. Confirme os planos atuais junto da Agência Empresarial dos Países Baixos (RVO) / Logius.

A posição neerlandesa

Os Países Baixos impõem a faturação eletrónica aos fornecedores do governo central e do setor público em geral, trocada através da rede Peppol (ou diretamente via Logius Digipoort). Para as transações B2B não existe atualmente qualquer obrigação geral, mas a adoção está entre as mais elevadas do mundo e o Peppol é amplamente utilizado de forma voluntária. O governo sinalizou um futuro regime nacional de faturação eletrónica e reporte digital B2B baseado no Peppol, prevendo-se um anteprojeto de legislação para consulta e uma implementação faseada proposta a partir de cerca de 2030. Os formatos governamentais aceites são o Peppol BIS 3.0 e a implementação neerlandesa SI-UBL (NLCIUS) da EN 16931.

Como a Invotify ajuda

A Invotify Pro exporta ficheiros Peppol BIS 3.0 e UBL 2.1 alinhados com a EN 16931 — a mesma família de formatos que o setor público neerlandês aceita e na qual se prevê que assente um futuro regime B2B. Envia o documento exportado através do seu ponto de acesso Peppol (ou do Logius Digipoort para faturas governamentais); a Invotify produz os dados estruturados, não atuando ela própria como ponto de acesso. Adotar já a faturação preparada para o Peppol significa não ter retrabalho quando chegarem as regras B2B nacionais. A faturação eletrónica é uma funcionalidade Pro.

  • Peppol BIS 3.0
  • UBL 2.1

Faturação eletrónica nos Países Baixos —
Perguntas frequentes

Q01

A faturação eletrónica B2B é obrigatória nos Países Baixos?

Atualmente não. Não existe uma obrigação geral de faturação eletrónica B2B. O B2G (faturas para o governo central e o setor público) é obrigatório através do Peppol, e a faturação eletrónica B2B é voluntária, mas muito amplamente adotada. Está em estudo um regime B2B nacional baseado no Peppol para mais tarde nesta década.

Q02

Que formatos aceita o Estado neerlandês?

XML estruturado em Peppol BIS 3.0 (preferencial) ou SI-UBL 2.0, a implementação neerlandesa em UBL da norma EN 16931, enviado através do Peppol ou via Logius Digipoort.

Q03

Posso utilizar a Invotify mesmo que o B2B ainda não seja obrigatório?

Sim. A Invotify Pro exporta os ficheiros Peppol BIS 3.0 / UBL utilizados hoje no B2G e, provavelmente, no futuro no B2B, pelo que pode faturar clientes do setor público agora e estar preparado para qualquer obrigação futura. A Invotify gera o ficheiro; a transmissão é tratada pelo seu ponto de acesso Peppol ou pelo Digipoort.

Q04

Quando poderá chegar uma obrigação B2B?

O governo sinalizou um regime nacional de faturação e reporte eletrónicos B2B baseado no Peppol, com uma implementação faseada proposta a partir de cerca de 2030, alinhada com a iniciativa ViDA da UE. Os calendários ainda não são definitivos — confirme junto da RVO / Logius.

Q05

Que plano da Invotify inclui a faturação eletrónica?

A exportação de faturas eletrónicas — UBL 2.1, CII e Peppol BIS 3.0 — faz parte da Invotify Pro, a partir de 49 €/mês. O Pro acrescenta ainda a validação de IVA da UE (VIES), equipas, pagamentos e relatórios avançados.

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